terça-feira, 6 de março de 2012

O que é atualização profissional em qualidade?


É preciso se atualizar constantemente. No setor automotivo, os fabricantes de autopeças inovam a cada novo lançamento das montadoras, que exigem deles componentes mais leves, baratos e nem sempre mais fáceis de lidar

por José Palacio*

Quando falamos de qualidade no setor automotivo, logo pensamos nas montadoras e fabricantes de autopeças, que precisam sempre investir em produtos que duram mais, sejam mais baratos e atendam melhor as necessidades dos clientes. Mas, falar de qualidade em serviços automotivos é o mesmo que separar o profissional rápido e ágil daquele que não consegue executar bem as tarefas.

Existe algo chamado dom e aptidão, que é quando não importa o problema a ser solucionado, a pessoa resolve rapidamente, primeiro porque gosta do que faz, e segundo porque sente prazer em fazer. É como juntar a fome com a vontade de comer. E há aqueles que querem aprender um ofício pois gostam desse assunto, mas precisam de tempo e estudo. Estes são a maioria das pessoas, pois ninguém nasce sabendo.

Para ambos vale uma regra: é preciso se atualizar constantemente. No setor automotivo, os fabricantes de autopeças inovam a cada novo lançamento das montadoras, que exigem deles componentes mais leves, baratos e nem sempre mais fáceis de lidar.

Para o balconista da loja de autopeças, é fundamental hoje saber fazer uma venda consultiva, que nada mais é do que conhecer aspectos técnicos do produto que está comercializando para poder vender a peça certa e evitar o transtorno de ir e vir do cliente. O mesmo vale para o reparador automotivo, que não adianta apenas identificar o problema, é preciso explicar porque ele ocorre e o que fazer para evitar danos maiores no veículo.

Outro assunto que pode ser estudado através de treinamentos específicos, tanto no varejo e atacado de autopeças quanto nas oficinas de reparação automotiva, são as técnicas de organização de 5S e Housekeeping, que preparam o ambiente de trabalho para ser mais eficiente e prazeroso. O 5S é um conceito de organização japonês, que traduzido significa Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Autodisciplina (das palavras japonesas Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke, respectivamente).

Para dar mais um exemplo, há os treinamentos em meio ambiente e legislação, assuntos que estão cada vez mais cobrados não apenas pelas autoridades, mas também pelos consumidores. Será que o seu estabelecimento respeita as leis ambientais? O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva oferece ao mercado de reposição e reparação uma série de treinamentos específicos sobre os assuntos aqui citados (e muitos outros) que podem alavancar negócios por meio da qualidade.

São treinamentos voltados para empresários do setor, que querem enxergar da porta para dentro e de dentro para fora. São investimentos, que trazem retorno quando aplicados.

Não por acaso, esses empreendedores são os que mais apostam em ações como o Selo Verde em busca de bom relacionamento com os clientes. Trata-se de uma certificação ambiental para as oficinas e centros de reparação lançada pelo IQA que atesta a adoção de processos ambientalmente sustentáveis e procedimentos adequados para descarte de materiais.

*José Palacio é coordenador de Serviços Automotivos do IQA - Instituto da Qualidade Automotiva


domingo, 4 de março de 2012

Melhora na qualidade de produção

Empresas dos mais diferentes ramos e segmentos adotaram o Seis Sigma, registrando grande crescimento ao utilizar a metodologia em seus negócios

(publicado orginialmente no Diário do Grande ABC, 03/03/2012)

"Reduzir a variação nos processos produtivos e, em consequência, minimizar os defeitos e melhorar os negócios", define o Sinval Daffre, que faz parte do comitê de manufatura da SAE Brasil, quando questionado sobre o que, basicamente, é o Seis Sigma.

Muita gente nunca ouviu falar, mas estas duas palavras fazem toda a diferença para uma empresa cuja meta é dar salto em qualidade. A proposta aqui é reduzir a proporção de produtos defeituosos para 3,4 DPMO (Defeitos Por Milhão de Oportunidades) ou 99,99966% de rendimento.

"Exemplificando, é como se a cada 1 milhão de palavras escritas, você errasse apenas três", resume Daffre.

Para entender melhor, "a palavra ‘Sigma' deriva da letra grega que significa ‘desvio padrão', já o ‘Seis' está associado ao nível de excelência da metodologia (vai de um a seis)", explica o sócio-diretor do Six Sigma Institute do Brasil, Enio Feijó.

A metodologia nasceu em meados da década de 1980 na fábrica da Motorola, nos Estados Unidos, quando se fez necessário elevar a qualidade da fabricação de pagers.

A partir deste sucesso, empresas dos mais diferentes ramos e segmentos adotaram o Seis Sigma, como a GE, que registrou grande crescimento ao utilizar a metodologia em seus negócios. "Isso elevou consideravelmente o conhecimento e a utilização da metodologia por diversas empresas", lembra Daffre.

"Hoje, mais de 80% das médias e grandes empresas norte-americanas adotam o sistema (pelo menos em parte do processo). No Brasil, o número cai para cerca de 50%", esclarece Feijó.

Na busca pela (quase) perfeição, as montadoras de automóveis também abraçaram esta causa. No Brasil, a Ford foi a primeira delas. De acordo com a marca, a metodologia é usada desde 1999 - em logística, marketing, vendas ou mesmo na linha de produção em si.

"O principal benefício é a mudança na forma de abordar os problemas. Não tem achismo, para obter resultados é necessário definir, medir, analisar, implementar e controlar o processo já existente", menciona Feijó em relação à aplicação dos passos DMAIC da metodologia.

De acordo com pesquisas feita nos Estados Unidos e Europa, com a Metodologia Seis Sigma, apenas 5% da receita de uma empresa é gasta com consertos. De um nível para outro, há redução de cinco pontos percentuais, ou seja, quanto maior o nível Sigma, menor o custo. E o montante vai direto para o lucro líquido da empresa.

ONDA DE RECALLS - Você deve estar se perguntado: mesmo com a implantação de processos produtivos que primam pela qualidade, como explicar a alta demanda de recalls pelo mundo?

Como resposta, os especialistas lembram que, com o Seis Sigma, a chance de produzir defeitos é menor, mas não é nula. "Nossos carros estão cada vez menos vulneráveis. A extensão da garantia (para três, cinco ou até seis anos) dada pelas montadoras no Brasil traduz a melhoria nos processos produtivos do setor automotivo pregada pela Metodologia Seis Sigma", defende o coordenador da metodologia Seis Sigma do IQA, J. G. Buchaim.

Mesmo com estes resultados, há quem prefira adotar outros programas de qualidade. Um exemplo é o New Honda Circle, desenvolvido pela montadora e aplicado mundialmente tanto internamente quanto com fornecedores. Questionada, a marca informou que não divulga resultados financeiros.

UNIÃO DE INICIATIVAS - Em paralelo ao Seis Sigma, há o Lean Manufacturing que, quando utilizado, reduz drasticamente o desperdício. Conhecido também como Manufatura Enxuta, o conceito veio da fábrica japonesa da Toyota nos anos 1950.

Graças a isso a marca teve um dos melhores desempenhos entre as montadoras na época da crise do petróleo (década de 1970) pois, além de reduzir os desperdícios, esta forma de trabalho melhora a velocidade dos processos, utiliza menos estoque e, em consequência, otimiza custos.

Implantação é feita com capacitação de funcionário

Se engana quem pensa que implantar a Metodologia Seis Sigma dentro de uma empresa seja uma espécie de consultoria. Para o sucesso do programa, um grupo de funcionários deve ser treinado, a fim de conscientizar os demais e difundir a cultura.

Os recursos tecnológicos estão disponíveis para qualquer um, onde é ensinado enxergar de forma aprimorada os indicadores que revelam onde os processos podem ser melhorados. Os agentes de toda essa melhoria são as pessoas, que ao receber o treinamento se tornam experts. A primeira das categorias é o Green Belts. O Black Belts é o segundo estágio. "Uma espécie de faixa preta, que em um só golpe é capaz de resolver o problema", como define Sinval Daffre, engenheiro da SAE Brasil. Há também os Master Black Belts, responsáveis pelo treinamento da metodologia e coordenação da iniciativa.

De acordo com J. G. Buchaim, coordenador da Metodologia Seis Sigma do IQA, "seria ideal cada setor da empresa ter pelo menos um Green Belt, assim, trataria de melhorias na área em que tem experiência."

sexta-feira, 2 de março de 2012

Indústria de autopeças se prepara para atender exigências de certificação


Com a certificação em vigor, as peças terão o selo do Inmetro e o consumidor ainda poderá consultar na internet as fabricantes certificadas

(Publicado originalmente no Jornale, coluna de Economia - Mirian Gasparin, 29/02/2012)

A partir de 1º de janeiro de 2013 passará a ser obrigatória a certificação para as autopeças de reposição de veículos vendidas no Brasil. O órgão responsável pela avaliação será o Instituto da Qualidade Automotiva - IQA, que é certificado (n. do Blog: o termo correto é "acreditado") pelo Inmetro. De acordo com o Grupo de Manutenção Automotiva (GMA), que reúne as entidades que representam o setor da reposição automotiva (Sindipeças, Andap/Sicap, Sincopeças-SP e Sindirepa-SP), o maior desafio já foi vencido, com a elaboração da portaria que determina a obrigatoriedade da certificação. Fazem parte da lista de peças que devem ser certificadas: amortecedores de suspensão; bombas elétricas de combustível para motores do ciclo Otto; buzinas ou equipamentos similares utilizados em veículos rodoviários automotores; pistões de liga leve de alumínio; pinos e anéis de trava (retenção); anéis de pistão; bronzinas; lâmpadas para veículos automotivos.

Com a certificação em vigor, as peças terão o selo do Inmetro e o consumidor ainda poderá consultar na internet as fabricantes certificadas. Os pontos do varejo terão até 2014 para vender as peças com o selo. A certificação deverá inibir o comércio de peças de procedência duvidosa, que podem colocar em risco a vida de motoristas. Para conscientizar toda a cadeia envolvida na fabricação de autopeças, distribuição e venda no varejo, as entidades do setor destacarão esse tema durante a 3ª Automec Pesados & Comerciais Feira Internacional Especializada em Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados e Comerciais.

“Agora é o momento de levar a informação ao varejo e às oficinas para que fiquem atentos e não comercializem os produtos relacionados sem o selo do Inmetro após os prazos estipulados”, explica o coordenador do GMA, responsável pelo Programa Caminhão 100%, e vice-presidente do Sindipeças, Antônio Carlos Bento.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Quintas rodas fabricadas pela Fontaine recebem aprovação do Inmetro


Ensaios foram feitos na matriz da empresa, nos EUA, e acompanhados pelo IQA como OCP

(publicado originalmente pelo Portal Automotive Business, março/2012)

As quintas rodas produzidas pela Fontaine Brasil já recebem certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A exigência entrou em vigor este ano e é válida para todas as quintas rodas à venda, inclusive as importadas. O componente exige produção bastante criteriosa por questão de segurança.

Para receber a certificação, a companhia submeteu todos os modelos de quinta roda fabricados no País a diversos testes exigidos pelo órgão certificador. A unidade de produção de quintas rodas da Fontaine fica em Curitiba (PR).

“Os ensaios foram feitos no laboratório da empresa nos Estados Unidos”, informa o diretor da Fontaine Brasil, Ronaldo Linero. O executivo explica que os testes foram acompanhados pelo Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), pelo Organismo de Certificação de Produto (OCP) e afirma que todas as quintas rodas já tinham certificações internacionais.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Swissport recebe selo de Oficina Verde 2012

Certificação se refere ao sistema de gestão ambiental para reparação de veículos usados no handling.

A Swissport recebeu mais uma vez o Selo Oficina Verde para o sistema de gestão ambiental para reparação de veículos. Isso significa que a empresa está em conformidade com os requisitos do programa criado pelo IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e pelo Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

O IQA foi criado e é dirigido por diversas entidades do setor automotivo, tais como Anfavea e Sindipeças, atua na certificação de produtos, serviços e sistemas de gestão como o da Swissport. Já o Cesvi é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), cujo objetivo é contribuir para a redução do custo do sinistro para o mercado segurador, tornando o reparo de veículos mais eficiente e produtivo e colaborando para a redução de acidentes.

Em 2009, juntos os dois lançaram a certificação ambiental para serviços automotivos, no ano seguinte a Swissport já recebeu o selo e agora em 2012 a empresa novamente foi certificada. Presente em 13 dos principais aeroportos brasileiros, a Swissport atende hoje as principais companhias aéreas brasileiras e estrangeiras com voos regulares para o Brasil. Conta com 5.300 funcionários, cerca de 4.500 equipamentos motorizados e rebocáveis e está no Brasil desde 1997.

A Swissport International Ltd. fornece serviços em terra (ground service) para mais de 70 milhões de passageiros e 2,8 milhões de toneladas de carga por ano, atendendo cerca de 650 empresas em todo o mundo. Com um time de cerca de 33 mil funcionários, a Swissport está presente em 176 aeroportos em 38 países nos cinco continentes. No Brasil, a Swissport está presente nos aeroportos de Belo Horizonte (Confins), Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Salvador, São Paulo (Congonhas, Guarulhos e Viracopos – Campinas) e Vitória. Possui mais de 5.000 funcionários e oferece serviços na área de ground handling, carga, aviação executiva e aviation security. [www.swissport.com].

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

NURA e GETEF recebem avaliação de melhor gestão de projetos a nível nacional

Empresários integrantes do GETEF

Na última avaliação das ações dos projetos do Empreender Competitivo, o NURA (Núcleo de Reparadores Automotivos) e o GETEF (Grupo de Empresas de Tecnologia de Fernandópolis) núcleos setoriais do Programa Empreender da ACIF (Associação Comercial e Industrial de Fernandópolis) receberam a aprovação das ações e foram pontuados como melhor gerenciamento e execução de projetos a nível nacional.

A visita foi realizada no dia 7 de fevereiro na ACIF pelo consultor regional da FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) Carlos Alberto Dezan e o consultor da CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil) Rodrigo Carrijo. 

O GETEF foi contemplado com o projeto para Desenvolvimento das Empresas de Tecnologia da Informação de Fernandópolis, com destaque a qualificação da mão de obra. Entre as ações de destaque do NURA, voltada para o Desenvolvimento das MPE’S de Reparação Automotiva da Região Noroeste Paulista Fernandópolis – Votuporanga, foi a certificação das empresas no IQA – Instituto da Qualidade Automotiva.

Os núcleos desenvolveram projetos com as ações de consultoria financeira, gestão e monitoramento, programa de certificação, plano de marketing integrado, fortalecimento da cultura associativista, gestão ambiental, programa de formação e qualificação de mão de obra, e entre outros aplicativos que contribuem para uma melhor adequação e gestão empresarial.

Para Osvaldo Yashimi Miyashita, empresário integrante do GETEF, foi surpreendente e muito positivo as pontuações feitas pelos consultores. “Acredito que o mérito de ter tido uma boa avaliação foi a união e o profissionalismo entre todas as empresas somado a estrutura e o modo com que as ações foram conduzidas”, ressalta Osvaldo.

De acordo com Alexandre Ferreira Vaz, empresário integrante do NURA, as ações são muito bem focadas e acabam aperfeiçoando não só do ponto de vista empresarial como pessoal. “Na minha empresa, por exemplo, foi fundamental para a melhoria na gestão financeira e nas soluções ambientais. Os projetos dão vida às empresas e proporciona o desenvolvimento”, acrescenta o empresário.

Para Ana Carolina Cestari, gestora do Empreender Competitivo da ACIF, a expectativa, agora, é conseguir a aprovação de novos projetos para dar continuidade no trabalho. “Chegamos ao final dos projetos com a sensação de dever cumprido. Todos os resultados propostos foram alcançados. As empresas aumentaram seus faturamentos, aumentaram os postos e trabalhos, o número de atendimentos e a redução da inadimplência, sem contar o aumento da competitividade no mercado”.

Segundo Carlos Alberto Dezan, consultor regional da FACESP, os projetos do Empreender Competitivo desenvolvidos pela ACIF, de acordo com a empresa responsável pelas avaliações, estão sendo muito bem conduzidos e apresentam resultados muito satisfatórios. “As ações desenvolvidas contribuíram de forma relevante para melhorias das empresas em vários aspectos, como: aumento da produtividade, melhorias das técnicas de gestão e marketing, certificação, entre outros. O sucesso dos projetos deve-se a um conjunto de fatores, dentre eles a excelente estrutura oferecida pela ACIF, o comprometimento e empenho da Gestora local e participação dos empresários”, complementa o consultor.

O Empreender Competitivo é um projeto em parceria com o Sebrae Nacional (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a Facesp e a CACB que promove condições favoráveis para o aumento da competitividade entre as empresas e oferece apoio aos empresários para a realização de novas parcerias e o fortalecimento dos diferentes segmentos empresariais.

Empresas integrantes do NURA

Oficina Mecânica N.Sra. Fátima
Oficina JD
Pil Centro Automotivo
Fiat Plus
Xandy Autos
Auto Peças Mafer
Café Centro Automotivo
Téda Auto Peças
União Auto Peças
Freios União
Tecnocarb
Mercediesel
Emerson Car

Empresas integrantes do GETEF

Ascont Sistemas
Conexão.com
Datavale
Infosis
Orasystens
Proage
Infobrasil
MZ Informática
Realsysten
Master Company

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Calendário Estrada para a Saúde 2012

A CCR NovaDutra desenvolve programas e projetos sociais que valorizam a educação e a saúde. Um deles é o Programa Estrada para a Saúde, voltado à qualidade de vida e ao bem-estar dos caminhoneiros, ajuda a prevenir problemas de saúde e presta atendimento gratuito diariamente aos profissionais da categoria.

Através do programa Caminhão 100%, organizações como IQA, Sindirepa - SP, Rede Pit Stop, Grupo Schaeffler, TRW, Mahle e outras organizam "pit stops" de manutenção preventiva, avaliando as condições dos veículos e orientando motoristas sobre melhores práticas sobre segurança, meio ambiente e responsabilidade social.

Segue abaixo o calendário completo de eventos para 2012:

CALENDÁRIO ESTRADA PARA A SAÚDE - 2012

25 e 26 JANEIRO – Posto Graal Embaixador – Resende – RJ Rodovia Presidente Dutra km, 299 – pista sul

29 e 01 FEVEREIRO/MARÇO – Posto Graal Três Garças – Guaratinguetá – SP Rodovia Presidente Dutra, km 58,6 – pista sul

28 e 29 MARÇO – Posto Amigão Dutra – Nova Iguaçu – RJ Rodovia Presidente Dutra km 181,3 – pista sul

25 e 26 ABRIL – Posto Arco-Íris – Roseira – SP Rodovia Presidente Dutra, km 81,9 – pista norte

30 e 31 MAIO – Posto Graal Embaixador – Resende – RJ Rodovia Presidente Dutra km, 299 – pista sul

27 e 28 JUNHO – Posto Graal Três Garças – Guaratinguetá – SP Rodovia Presidente Dutra, km 58,6 – pista sul

11 a 14 JULHO - FEIRA DO CARRETEIRO (BASÍLICA DE APARECIDA) Av. Dr. Júlio Prestes s/nº Ponte Alta - Aparecida – SP

23 a 25 JULHO - FESTA DO CAMINHONEIRO (POSTO SAKAMOTO II) Rodovia Presidente. Dutra, km 210,5 – pista sul - Guarulhos – SP

29 e 30 AGOSTO - Posto Graal Embaixador – Resende – RJ Rodovia Presidente Dutra km, 299 – pista sul

26 e 27 SETEMBRO – Posto Arco-Íris – Roseira – SP Rodovia Presidente Dutra, km 81,9 – pista norte

24 e 25 OUTUBRO – Posto Amigão Dutra – Nova Iguaçu – RJ Rodovia Presidente Dutra km 181,3 – pista sul

28 e 29 NOVEMBRO – Posto Sakamoto II – Guarulhos - SP Rodovia Presidente. Dutra, km 210,5 – pista sul - Guarulhos – SP