domingo, 20 de fevereiro de 2011

21 Suggestions for Success

21 Suggestions for Success
By H. Jackson Brown, Jr.


Marry the right person. This one decision will determine 90% of your happiness or misery.

Work at something you enjoy and that's worthy of your time and talent.

Give people more than they expect and do it cheerfully.

Become the most positive and enthusiastic person you know.

Be forgiving of yourself and others.

Be generous.

Have a grateful heart.

Persistence, persistence, persistence.

Discipline yourself to save money on even the most modest salary.

Treat everyone you meet like you want to be treated.

Commit yourself to constant improvement.

Commit yourself to quality.

Understand that happiness is not based on possessions, power or prestige, but on relationships with people you love and respect.

Be loyal.

Be honest.

Be a self-starter.

Be decisive even if it means you'll sometimes be wrong.

Stop blaming others. Take responsibility for every area of your life.

Be bold and courageous. When you look back on your life, you'll regret the things you didn't do more than the ones you did.

Take good care of those you love.

Don't do anything that wouldn't make your Mom proud.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Rir é o melhor remédio

Será que conseguimos aliar isso em nosso dia-a-dia profissional, conosco e junto a nossa equipe?

MARCELO GLEISER - Rir é o melhor remédio

Se a depressão e a tristeza afetam o organismo, me parece razoável que o riso possa atuar a seu favor


OUTRO DIA, li na revista americana "New Yorker" um artigo sobre o "guru do riso" que anda atraindo milhões de pessoas. Não, não se trata de um comediante famoso, e sim de Madan Kataria, médico indiano de Mumbai que desenvolveu técnicas para induzir o riso nas pessoas.

Segundo Kataria, o riso faz bem, tanto à saúde física quanto à psicológica. Seu movimento vem se espalhando pelo mundo e atrai muitas celebridades. Recentemente, Kataria apareceu no palco dos estúdios da Sony Pictures, em Los Angeles, ao lado da atriz Goldie Hawn.

Quem entender um pouquinho de inglês pode ver vídeos do médico em ação em laughteryoga.org. Eu assisti e ri muito. Existe algo de contagioso no riso, mesmo quando começa forçado. E logo deixa de ser.

Será que o riso pode melhorar sua saúde? Quem não acredita que rir só faz bem (quando não é malicioso, claro)? Se não gostássemos de rir, comédias não existiriam. Arthur Koestler, em seu livro "O Ato da Criação", argumenta que humor e criatividade têm muito em comum.

Numa boa piada, existe uma ruptura lógica, um ponto em que a narrativa toma um rumo inesperado. É aí que rimos. Todo mundo sabe que piada explicada não é engraçada.

Koestler diz que esse ponto de ruptura surge na criação, quando uma visão nova e inesperada surge dos recessos do inconsciente. Sabemos muito pouco sobre criatividade e riso. As ideias de Koestler deveriam ser mais exploradas.

Vários estudos vêm tentando quantificar os benefícios médicos do riso. Se a depressão e a tristeza podem afetar negativamente o sistema imunológico, parece razoável que o riso possa ajudá-lo. Porém, de modo geral, os resultados desses estudos são contraditórios. Alguns dizem que o riso é mesmo bom para a saúde. Outros, que não faz diferença.

Talvez os resultados ambíguos venham do tamanho relativamente pequeno dos estudos, ou porque em alguns deles o riso é induzido a partir de comédias na TV, como "O Gordo e o Magro" e "Abbot & Costello".

O assunto é fascinante o suficiente para merecer estudos mais detalhados. Qual a diferença entre o riso dos humanos e o dos gorilas, que riem quando sentem cócegas? Será que rir de uma piada pode ser usado como teste de inteligência em computadores? Semana passada perguntei se máquinas podem se apaixonar. Será que podem rir? Ou melhor, ter senso de humor?

Robert Provine, neurocientista da Universidade de Maryland que realizou estudos baseados na observação de pessoas em situações sociais, escreveu: "A melhoria da saúde a partir do riso permanece uma meta inatingida, mesmo que extremamente desejável e viável". Existem muitos tipos de riso, alguns relacionados com a comunicação entre dois ou mais humanos, outros fisiológicos, quando sentimos cócegas.

Quando falei no assunto com leitores aqui nos EUA, recebi várias mensagens, algumas de pessoas com câncer, relatando como o bom humor faz com que se sintam melhor. Sei que quando olho para a minha estátua do "Buda Sorridente", me sinto bem. Talvez o nível de meus hormônios relacionados com o estresse decresçam um pouco. Mesmo que a ciência permaneça inconclusiva, vou tentar alguns exercícios de Kataria. Afinal, fora uma câimbra na barriga, mal não vai fazer.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "Criação Imperfeita"


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Não é o dinheiro, estúpido

Achei esse artigo muito bacana, e gostaria de compartilhá-lo...

Não é o dinheiro, estúpido
Nizan Guanaes
(Folha de São Paulo, 08 de fevereiro de 2011)




Sou, com frequência, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais. Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.

Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio. Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.

É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração. Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.

Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.

E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.

A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: ‘Eu também não, meu filho'.

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.

A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia. É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).

Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não dê férias para os seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘Eu não disse? Eu sabia!'.

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.

Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama ‘sucesso'. Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.

Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global. Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo?

Nizan Guanaes é publicitário e presidente do Grupo ABC






domingo, 16 de janeiro de 2011

15 Anos de IQA

(destaque no jornal "Balcão Automotivo", outubro de 2010)

"O Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) realizou em 27 de setembro cerimônia em comemoração aos seus 15 anos de histórias e conquistas, contribuindo com a evolução da qualidade no setor automotivo. Na ocasião, em evento no E. C. Sírio, na capital paulista, foi servido um jantar aos presentes, principais executivos e autoridades envolvidas com a cadeia automotiva do País. Entre eles, a presença ilustre do ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. Para falar desse tempo de bons serviços prestados ao mercado, conversamos com Alexandre Xavier L. Martins, gerente de Marketing/Negócios do IQA."





terça-feira, 23 de novembro de 2010

Entrega dos 1os. certificados 4 Rodas IQA-CESVI

(destaque na edição de outubro da revista 4 Rodas)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Entrega do 2º certificado de profissional EQF

Claudecir Curti - Gerente de Planejamento e Suprimentos MTP, Mauro Roberto Pereira - Analista de Qualidade MTP, Alexandre Xavier L. Martins - Gerente de Negócios e Marketing IQA

No dia 4 de novembro visitei a MTP - Metalúrgica de Tubos de Precisão, em Guarulhos - SP, para entregar o certificado de profissional EQF ao Sr. Mauro Pereira. Essa conquista é um marco no setor automotivo brasileiro, resultado de projeto que nos próximos anos terá forte impacto em toda relação cliente-fornecedor da cadeia OEM.

Transcrevo abaixo o texto que será publicado no informativo da empresa, sobre a ocasião:

"Durante o 2º Seminário (n. do e.: 2º Seminário de Melhoria da Qualidade MTP), uma surpresa: o Sr. Alexandre Xavier L. Martins, Gerente de Negócios de Marketing do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), estava na plateia para homenagear o colaborador da MTP, Mauro Roberto Pereira, com um certificado. 'Ele foi um dos dois únicos alunos do Instituto a obter o título de Especialista em Qualidade de Fornecedores. O processo exige muita dedicação, empenho e pré-requisitos. O Mauro supriu absolutamente tudo isso', fala."


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

7º Encontro das Montadoras para a Qualidade


Ontem participei do 7º Encontro das Montadoras para a Qualidade, evento tradicional da Comissão da Qualidade da Anfavea, que contou com a participação de 15 montadoras, além do IQA e Inmetro. Paulo Braga, da Automotive Business, foi o apresentador (brilhante, como sempre, mediando e enriquecendo as discussões).

A primeira apresentação foi feita por Marco Antonio Saltini, vice-presidente da ANFAVEA, que destacou o cenário atual do setor automotivo, assim como tendências esperadas pelas montadoras. Todas as expectativas são bastante positivas, e a atuação das empresas junto ao governo mantém a direção do aumento das exigências em qualidade na manufatura.

Logo depois representantes dos Grupos de Trabalho da Comissão, sobre requisitos específicos, laboratórios e garantia, reportaram seus resultados aos participantes, todos alcançando os resultados esperados.

Daniel Carvalho Luz, diretor RH da Johnson Controls, apresentou em seguida a palestra "Qualificação do Capital Humano da Cadeia Automotiva", trazendo uma interessante visão sobre a importância do fator humano no resultado das empresas. Especial destaque mereceu sua abordagem sobre a interação entre as gerações Babyboomers (43 - 62 anos), X (31 - 42 anos) e Y (30 anos ou menos), destacando respectivamente seus pontos fortes em experiência, flexibilidade e capacidade de inovação - todos devem interagir a apoiar-se mutuamente, para obtenção dos melhores resultados.

Por fim, um workshop com objetivo de gerar sugestões para melhoria na formação do profissional do setor automotivo criou diversas oportunidades de reflexão e conclusões. O ponto que mais me chamou a atenção foi a conclusão de que não basta pensarmos apenas em treinamento ao focarmos a capacitação de pessoas, que os projetos devem envolver ações complementares "on the job", de coaching... Meio óbvio, mas quase ninguém aplica, e particularmente concordo integralmente.

Especificamente sobre o IQA, citado em todas iniciativas, foi bacana perceber como o Instituto naturalmente vem evoluindo para cada vez mais atender o objetivo de sua própria criação: ser os "braços" das montadoras para padronização e melhoria dos processos em toda a cadeia automotiva.