quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Realizado ontem o Seminário da Reposição Automotiva


Ontem compareci ao Seminário da Reposição Automotiva, que contou com o auditório da FIESP lotado (cerca de 450 pessoas), e em minha opinião o melhor conteúdo já apresentado pelo evento desde 2004, quando compareci pela 1ª vez.

O IQA participou na abertura do evento, representado por Márcio Migues, diretor presidente, além de ter apoiado a ocasião patrocinando a pesquisa interativa - segue abaixo um pequeno resumo do que ocorreu:

Abertura Oficial

Participantes: João Guilherme Sabino Ometto, 2º vice-presidente da Fiesp; Paulo Butori, Presidente do Sindipeças; Renato Giannini, Presidente da Andap e Sicap; Francisco de La Torre, Presidente do Sincopeças-SP; Antonio Fiola, Presidente do Sindirepa-SP; Marcio Migues, Presidente do IQA; José Edison Parro, Presidente da AEA; Alfredo Peres, Diretor do Denatran.

Destaco a explanação de Alfredo Peres, que após questionamento de Paulo Butori, comentou o apoio público do Denatran e do próprio governo (citou o presidente Lula) para a Inspeção Técnica Veicular. Ressaltou porém a complexidade de um processo como esse, já em trâmite como projeto de lei, o que demandará inevitavelmente mais tempo para amadurecimento e real início. Parabenizou também o segmento de "aftermarket" automotivo, pela iniciativa do Programa Carro/Caminhão/Moto 100%.

Márcio Migues destacou em sua fala a retomada do plano de compulsoriedade de produtos automotivos no País, ferramenta fundamental da sociedade para prover mais segurança para o consumidor e concorrência mais leal de mercado. Essa iniciativa foi a motivadora da própria criação do IQA em 1995, e para a qual o Instituto estará plenamente preparado para apoiar as empresas.

Pesquisa Interativa

A pesquisa interativa foi patrocinada pelo IQA, e destacou questões relevantes para o mercado de reposição. Alguns resultados:

• Houve divisão relativamente proporcional na participação dos diferentes elos da cadeia aftermarket no evento, com predominância de fabricantes e oficinas mecânicas.

• Sobre as razões que impedem o desenvolvimento do aftermarket, mais de 60% do público apontou a guerra fiscal/incidência de tributos como principal problema.

• Como ponto forte do varejo atualmente, foi destacada a profissionalização dos colaboradores e logística.

• O investimento em qualidade foi um dos principais aspectos apontados como fundamentais para atendimento do aumento recorde da frota nos últimos anos.

• Como aumentar a capilaridade da reposição independente, devido ao aumento da demanda? Planejamento e "just in time".

• Como combater a pirataria? Integrar esforços do aftermarket independente, com montadoras e governo.

Palestra: Como é formada a cadeia produtiva do aftermarket na Europa, como estão atuando e quais recomendações podem transmitir para a América Latina, em especial para o Brasil.

Síntese: A Europa é um continente onde os países que o formam tem suas empresas que compõem o universo automotivo legislada a um bom tempo, seja do funcionamento de oficinas mecânicas, os regramentos comerciais de distribuição de autopeças, a comercialização de veículos, passando por movimentos como o Direito da Reparação (Right to Repair) e a preocupação com a proteção do design por parte das montadoras. Quais recomendações podem transmitir para a América Latina, em especial ao Brasil?

Palestrante: Hans Eisner, Presidente e CEO do Grupo Auto Union.

Perguntas e Respostas

Mediador: Rodrigo Carneiro, Diretor Comercial da Distribuidora Automotiva S/A e Vice-presidente da Andap e Sicap.

A palestra destacou as principais tendências na Europa para o aftermarket, segue abaixo as principais:O aumento crescente da tecnologia embarcada é um grande desafio para o aftermarket, obrigando o mercado a transferir cada vez mais conhecimento para atendimento da demanda.

Está em discussão a definição de requisitos comuns para padronização da Inspeção Técnica Veicular em toda a Europa.

A distribuição de peças originais para rede independente já ocorre, e deve crescer cada vez mais.

Vendas online de peças, com serviços agregados muitas vezes, já é uma forte realidade (eBay, Amazon já atuam nesse segmento).Foi destacada também a campanha Right to Repair, sempre em foco nos eventos dos últimos anos, que tem como principal mote viabilizar a escolha livre para o consumidor sobre onde direcionar seu veículo para reparo. Entre outras ações derivadas dessa iniciativa, hoje em dia as montadoras são obrigadas a fornecer informações técnicas para atuação da rede independente.

A conclusão principal dessa palestra e debate é o aumento crescente da necessidade de qualificação do mercado aftermarket, ocorrendo em paralelo com o aumento de agressividade na questão de preços, resultando em margens menores de ganho.

Ou seja:

As empresas precisam melhorar a gestão de seus clientes, considerando que os serviços tornar-se-ão cada vez mais caros.

e/ou

É hora de agregar valor (aumentando o lucro) através de serviços adicionais diferenciados, especialmente para oportunidades B2B.

Palestra: Inspeção Técnica Veicular / Carro 100%

Síntese: Diante da consolidação do programa de inspeção veicular e seus desdobramentos pelo país, faz-se necessária uma discussão mais ampla junto a cadeia produtiva de reposição com o objetivo de estarem preparados para o atendimento da inspeção técnica, agora no quesito de itens de segurança.

O setor deve garantir o abastecimento de peças, de sustentação da qualidade dos componentes comercializados, da capacitação comprovada na prestação de serviço e uma comunicação orientada para esclarecer os consumidores da importância da segurança nos veículos.

Comentários: Antonio Carlos Bento, Conselheiro do Sindipeças.

Sempre bastante direto e contundente, o tema foi tratado com propriedade por Bento, que também é diretor do IQA:

• 30% dos acidentes ligados a veículos automotores têm origem em problemas mecânicos.

• A manutenção preventiva é o caminho, aumentando a segurança dos usuários de veículos (e terceiros), e ampliando negócios para o aftermarket.

• A Inspeção Técnica Veicular já é realizada em quase 50 países, com resultados contundentes. A Costa Rica, um deles, possui índice de 2,8 mortes/10.000 acidentes, enquanto o Brasil convive com 12,4 mortes/10.000 acidentes - os índices da Costa Rica antes da ITV eram similares aos atuais do nosso País.

• É estimada a geração de 65.000 empregos com sua implementação (GMA).



Palestra: Estudos iniciais sobre a garantia das autopeças. Você pode contribuir muito! Apresentação de caso inovador no Brasil

Síntese: Os modelos de garantias adotados hoje no mercado atendem as necessidades dos consumidores? A garantia hoje é um ponto frágil da reposição? Padronização seria um caminho? Um estudo responsável da garantia de autopeças é de extrema importância, pois não se trata apenas da substituição de um componente, questões tributárias, qualidade, laboratórios de ensaios acreditados, entre outros formam um conjunto complexo em um mercado onde as especificações do veículo são altamente técnicas, enquanto sua reposição fundamenta-se comercialmente. Uma visão deste assunto é na relação com o consumidor, onde a oficina está no momento da verdade com o consumidor, o outro, é o processo de bastidor onde é envolvido o varejo, a distribuição e o fabricante.

Palestrante: Jeser Madureira, Gerente de Qualidade de Serviços da Valeo; Rodrigo Jimenez, Diretor Comercial da Mondial Assistance Brasil.

Painel de Debates

Mediador: Antonio Fiola, Presidente do Sindirepa-SP.

Participantes: Frederico dos Ramos, Diretor Comercial da Ginjo; Antonio Carlos de Paula, Diretor e Gerente Geral da Pellegrino; Helton de Andrade, Diretor da Internacional Peças; Ranieri Palmeira Leitão, Diretor Geral da Autopeças Leitão; César Garcia Samos, Diretor da Mecânica do Gato; Ricardo Paulino Ramos, Diretor da Auto Center Advanced.

A Valeo mostrou grandes diferenças e problemas que impactam na satisfação de toda a cadeia quanto a garantia (destacando-se distância fabricante - reparador, falta de capacidade varejo/distribuição de avaliar tecnicamente o problema).

Considerando esses problemas, a empresa buscou uma solução pioneira em serviços, através da Mondial Assistance que mostrou, entre outros dados, que apenas 31% dos veículos possuem algum tipo de seguro.

A ideia foi utilizar a estrutura da seguradora, com atendimento imediato e presencial, verificando o problema e realizando a troca, ou explicando didaticamente o erro na instalação.

Além do atendimento, esse esforço permite mapear regiões do País com mais carência de informações, evoluindo a qualidade em toda a cadeia.

Quase como um consenso, os participantes no debate afirmaram que o maior problema com as peças em garantia é a aplicação, ou seja, falta de qualificação de quem as instala. Porém foi reforçado que exitem situações de erro de fabricação também, e portanto o fabricante deve ser responsável quanto aos seus deveres e principalmente em relação ao consumidor final, normalmente o mais prejudicado.

Diversas sugestões acabaram sendo feitas pelo grupo, para melhoria da questão da garantia: credenciamento de varejistas (nota do IQA: a certificação poderia ser esse balizador), liberação de crédito imediato e acerto de contas após análise técnica, postos autorizados de fabricantes com pronto atendimento.

Case de sucesso no combate a pirataria

Síntese: A transformação de indústrias locais em distribuidoras de produtos importados não é uma novidades em nosso país. O que ocorre agora com o segmento de autopeças tem semelhanças com o que aconteceu com o setor óptico na última década. Espremidos pela competitividade mundial, a saída foi terceirizar a produção e o consequente crescimento na importação de produtos. Este ingresso de produtos não ficou restrito às empresas formais e de atuação idônea no mercado. As mais diversas ilegalidades, em especial o ingresso de produtos piratas, assumiu participação significativa junto aos consumidores. Entenda como a ABIÓPTICA – Associação Brasileira da Indústria Óptica, juntamente com o IMEPPI – Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual estão conseguindo reverter este cenário. Conheça este case de sucesso para que sirva de benchmarking para o setor automotivo.

Palestrante: Flávio Augusto Nunes de Meirelles, Presidente do IMEPPI – Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual.

O case em todos os aspectos mostrou uma clara relação com o setor automotivo, sendo uma grande referência de sucesso para as ações já em andamento.

Foi enfatizada a importância da normatização, padronização como barreira comercial, defendendo o mercado contra a ilegalidade.

A união da cadeia foi fundamental para o sucesso da ação: fabricantes, importadores, distribuidores e varejistas se uniram por um objetivo comum.

Uma das ações mais relevantes doi o auxílio às retenções/apreensões com a apresentação de Laudos de Autenticidade e Conformidade com Normas Técnicas de Qualidade - priorizando o Consumidor (mesmo sem certificação compulsória pelo governo, que facilitaria ainda mais o controle, já conseguiram significativo sucesso com essa frente de atuação).

Óculos são hoje em dia o produto com maior número de apreensões (17 milhões desde 2004), mesmo não sendo a prioridade do governo (que foca em cigarros). Tudo isso graças ao sucesso das iniciativas de toda a cadeia.

O aspecto da segurança, explorado na campanha junto ao consumidor, foi fundamental para a conscientização da sociedade (sugeriu mesmo foco para o automotivo, o que já vem ocorrendo).

Os produtos apreendidos são destruídos, mas depois reciclados, gerando outro benefício pro País. Concluiu sua apresentação reforçando mais uma vez a necessidade de união de toda a cadeia.

Palestra: "Qual o impacto da Nota Fiscal Eletrônica e que benefícios essa nova tecnologia trouxe para o mercado?"

Síntese: Como o instrumento da Nota Fiscal Eletrônica pode contribuir para uma competição mais equilibrada na reposição automotiva? Todos os elos da cadeia produtiva devem estar preparados, e seu negócio pode estar informal e suas chances de estar no mercado nos próximos anos é mínima. Vamos entender como pensa o órgão arrecadatório e nosso país para não deixar a imagem da reposição na condição de informal.

Palestrante: José Guarino, Radar Fiscal.

Perguntas e Respostas

Mediador: George Rugitsky, Conselheiro do Sindipeças.

Apresentação e assunto muito relevantes, com explanação sobre diversas informações bastante úteis para as empresas, concluindo com um recado definitivo: o mundo mudou (especialmente quanto aos controles fiscais, graças a tecnologia), e quem não se adequar não conseguirá sobreviver no mercado.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

SIMESPI (Piracicaba - SP)


Hoje estive na sede do SIMESPI - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas e Fundições de Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras, em Piracicaba - SP.

O SIMESPI é uma das principais entidade de apoio e serviços às empresas da região. Organiza grupos nas áreas de tributação, qualidade, estudos econômicos e certificação de ISO 9000, além de eventos, cursos e palestras para o desenvolvimento profissional dos empresários. Conta atualmente com 220 associados.

Com a definição da cidade de Piracicaba como futura sede de uma planta da montadora Hyundai, as indústrias da região buscam informações de como se preparar para ampliar mercados através dessa oportunidade - e para isso o SIMESPI buscou o IQA, que desenvolverá ações específicas para certificação e capacitação de profissionais e empresas associados da entidade.


domingo, 1 de agosto de 2010

Fundação CERTI



Logo após a reunião no IQA, no mesmo dia voei para Florianópolis - SC, para o encontro de automecânicas citado dias atrás (em breve postarei fotos e mais detalhes sobre o evento, que felizmente foi um grande sucesso!).

Fui gentilmente recebido no aeroporto por um representante da Fundação CERTI, que mesmo à noite levou-me para conhecer as instalações dessa prestigiosa organização, com quem estou desenvolvendo em nome do IQA projetos de parceria que serão tornados públicos ainda esse ano - essa cooperação foi solicitada diretamente pela Comissão da Qualidade da Anfavea, considerando o prestígio e competência técnica de ambas.

Pude ter contato com as inovações de grande importância que o CERTI desenvolveu para o País, incluindo projetos em metrologia, TV digital, urna eletrônica, soluções de baixo custo para tecnologia em educação (notebook, projetores)... Tudo muito bacana e competente. Agora vivenciam muitas solicitações do setor petroquímico, por consequência direta do problema da BP nos EUA, prevenindo que o mesmo problema possa ocorrer em nossa região.

Em breve novidades sobre a parceria IQA - CERTI, com possibilidades inovadoras para empresas usuárias e profissionais de metrologia. Mais informações sobre a Fundação em http://www.certi.org.br/

Comissão de Imparcialidade


5ª feira foi realizada a reunião periódica da Comissão de Imparcialidade do IQA, exigência do Inmetro para garantir ainda mais neutralidade e idoneidade nas atividades de certificação, especialmente quanto às questões de conflito de interesses. A Comissão do Instituto conta com membros reprentando organizações como Anfavea, Sindipeças e SAE Brasil.

Minha participação foi focada na questão da regionalização do IQA, ação estratégica sob minha responsabilidade. Atualmente já possuímos representantes no ABC paulista e em Caxias do Sul, e o objetivo é contar com bases em todos os polos automotivos até o final de 2011.

As diretrizes e controles para regionalização foram claramente especificadas, e nesse segundo semestre as ações nesse sentido serão bastante intensificadas, com o intuito de levar todas as atividades do IQA (certificação, treinamentos e publicações) com condições especiais e mais proximidade aos polos automotivos de todo o País.

Segue abaixo, como exemplo, a diretriz específica IAF para essa questão para organismos de certificação de pessoas (norma ISO 17024):

Imparcialidade/Independência



G.4.2.16 Convém que a imparcialidade e independência do organismo de certificação seja


assegurada em todos os níveis, incluindo:


• estrutura da organização;


• políticas e procedimentos;


• avaliação;


• decisões e apelações sobre certificação.


G.4.2.17 O organismo de certificação não deve engajar-se em atividades que possam comprometer sua imparcialidade.


G.4.2.18 Convém que um organismo de certificação não certifique uma pessoa que seja seu empregado, a não ser que não exista uma terceira parte acreditada em seu próprio país ou que esta não esteja disponível na prática para assumir tal certificação. Caso tais casos surjam,um organismo de certificação pode demonstrar ao organismo de acreditação os procedimentos que adotou de forma a manter independência e imparcialidade em tais circunstâncias. Tais procedimentos poderiam incluir:


• manter as mesmas normas de avaliação e confidencialidade com relação a todos os candidatos;


• a utilização de examinadores independentes;


• monitoramento independente do processo de certificação.
 
G.4.2.19 Os requisitos da cláusula 4.2.5 e cláusula 5.1.2 da ISO/IEC 17024 significam que não convém que seja permitido ao pessoal conduzir uma avaliação como parte de um processo de certificação se eles estiveram envolvidos em atividades de treinamento que possam estar associadas à avaliação do candidato em questão, nos últimos dois anos.


G.4.2.20 O organismo de certificação pode exigir dos examinadores que declarem qualquer informação que possa revelar um conflito de interesses no que tange à imparcialidade do exame do candidato. O organismo de certificação tem a responsabilidade de identificar e avaliar tais situações e atribuir responsabilidades e tarefas de maneira a assegurar que a imparcialidade não seja comprometida.


G.4.2.21 A gerência, equipe e/ou pessoal responsável mencionado na cláusula 4.2.7 da ISO/IEC 17024 não precisa manter regime de exclusividade com o organismo de certificação, mas seus outros empregos ou atividades devem ser tais que não comprometam sua imparcialidade.


G.4.2.22 O termo "pessoal" pode incluir indivíduos que trabalham para o organismo de certificação com base em contrato, ou outros recursos externos. O organismo de certificação deve estar na posição de gerenciar, controlar e ser responsável pelo desempenho de todos os seus recursos, mantendo registros abrangentes que controlem a adequação de todo pessoal utilizado em campos específicos, sejam empregados, contratados ou fornecidos por organismos externos.


G.4.2.23 Convém que o organismo de certificação seja responsável por assegurar que nem os organismos relacionados, nem os subcontratados, nem os examinadores externos possam operar sob quebra dos compromissos que eles assumiram. O organismo de certificação deve também ser responsável pela implementação de ações corretivas apropriadas, caso tal quebra de compromisso seja detectada.

Mais pneus


Aliás, foi uma semana repleta de novas empresas que escolheram o IQA como organismo de certificação de pneus: além da ISAPA, o Instituto foi escolhido também pela Neufeldt e Track & Bikes (www.trackbikes.com.br).

A Track & Bikes iniciou suas atividades no mercado brasileiro de bicicletas em 1999 quando na época fabricava produtos e modelos voltados para o mercado infantil. Hoje a Track & Bikes conta com uma linha de produtos com mais de 30 modelos diferenciados, classificadas para todas as idades e tamanhos, além de oferecer uma ampla rede de assistência técnica com mais de 400 postos autorizados e espalhados por todo o país. Isto faz da Track & Bikes uma das principais industrias nacionais montadora de bicicletas em todo território nacional.

ISAPA


A ISAPA é a mais nova empresa com produto certificado pelo IQA - Instituto da Qualidade Automotiva, mais especificamente pneus de bicicleta.

A empresa foi constituída em 1962, voltada totalmente ao comercio atacadista de peças e pneus de bicicletas, nacionais e importados. Líder de mercado, atende todo o território nacional com tecnologia de última geração.

Em 1998 foi agregada uma nova divisão para atuar no mercado de autopeças, voltado principalmente para atender os veículos importados e o segmento de Vans e Pick-Ups. Conta atualmente com 200 colaboradores diretos, uma equipe de vendas com mais de 100 colaboradores, entre internos e externos, totalmente informatizados com equipamentos (Ipaq's) de ultima geração.

Situada na cidade de São Paulo, possui dois Centros de distribuição: Campos Elíseos (Matriz) e Vila Leopoldina (filial), totalizando 15.000 m2 de área de depósitos.

Mais informações em http://www.isapa.com.br/

terça-feira, 27 de julho de 2010

Reunião na Audi Brasil

Estive hoje no escritório da Audi Brasil, empresa certificada pelo IQA em ISO 9001:2008 já há muitos anos, como consequência direta de nossa representação da TÜV SÜD, o maior organismo de certificação da Alemanha e um dos maiores do mundo.

Como uma interessante curiosidade, Paulo Sérgio Kakinoff, 35 anos, atual presidente da Audi Brasil, foi contratado há muitos anos atrás na Volkswagen diretamente por um de nossos principais auditores, Carlos Motta. Esse mundo é mesmo muito pequeno...